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Como escolher o capacete certo pode fazer a diferença entrea vida e a morte
Da certificação ao custo-benefício: guia completo orienta pilotos sobre critérios de segurança, tipos de capacete e a importância de comprar em lojas especializadas
Por Administrador
Publicado em 30/04/2026 12:03
Duas Rodas
Reprodução

O Brasil é hoje um dos maiores mercados de motocicletas do mundo. Com 2.197.851 unidades vendidas em 2025, recorde histórico registrado pela Abraciclo, e projeção de mais 2,3 milhões de emplacamentos em 2026 pela Fenabrave, o país coloca a cada ano milhões de novos pilotos nas ruas. Para cada um deles, uma escolha é determinante antes mesmo de a chave ser girada: o capacete. Não qualquer um, o capacete certo, com certificação adequada, ajuste correto e tecnologia compatível com o tipo de uso.
O capacete é o único equipamento capaz de fazer a diferença entre um acidente e uma tragédia. Estudos da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) indicam que o uso correto do capacete reduz o risco de morte em acidentes de moto em até 40% e o risco de lesão grave em até 70%. Apesar disso, o mercado ainda convive com a circulação de modelos sem certificação, vendidos a preços baixos mas sem qualquer garantia de desempenho em impacto. Buscar uma loja de capacetes especializada é o primeiro passo para garantir que o equipamento atende às normas brasileiras (NBR 7471) ou internacionais (ECE 22.06 e DOT).
Entre os critérios mais importantes na hora da escolha estão: tipo de capacete (integral, aberto, modular ou off-road), material da calota (ABS termoplástico, policarbonato ou fibra de carbono/vidro), sistema de ventilação, qualidade da viseira e conforto interno com espumas removíveis e laváveis. O capacete ASX, por exempço, é um dos modelos mais procurados por pilotos urbanos e viajantes que buscam equilíbrio entre proteção, design moderno e custo-benefício. Com viseira com tratamento UV, sistema de ventilação frontal e traseiro e forro interno macio e removível, o modelo representa bem o padrão de qualidade exigido pelo motociclista brasileiro contemporâneo.
A questão do preço dos capacetes é um dos pontos que mais geram dúvidas entre pilotos, especialmente os iniciantes. A variação no mercado é ampla: modelos básicos com certificação partem de faixas mais acessíveis, enquanto capacetes com sistemas de comunicação integrada, viseiras fotocrômicas, calotas em fibra de carbono e aerodinâmica avançada podem ultrapassar valores expressivos. A regra prática é simples: nunca sacrifique certificação por preço. Um capacete sem norma aprovada não oferece proteção real, e o barato pode custar muito caro.
Outro aspecto que deve ser considerado pelo motociclista é a vida útil do capacete. Apesar da crença de que o equipamento tenha prazo de validade isto é um mito. Tudo vai depender do uso que se faz do capacete. Se o equipamento cair repetidas vezes -mesmo sem apresentar rachaduras visíveis-, for pendurado no retrovisor toda vez que o motociclista descer da moto e não houver manutenção do forro, um capacete pode se deteriorar e  deixar de proteger a cabeça do piloto, às vezes, até dentro de um ano. Em caso de queda e impacto severo, o equipamento deve ser trocado imediatamente, mesmo que não apresente sinais externos de comprometimento da calota. Se, ao contrário, for tratado com cuidado, não há prazo de validade, segundo técnicos do Inmetro.
Com um mercado que cresce a cada ano e um perfil de consumidor cada vez mais informado e exigente, o setor de equipamentos de proteção para motociclistas está em plena expansão. Em 2026, a cultura do piloto equipado, com capacete certificado, jaqueta com proteções e demais EPIs, é o caminho natural de um mercado que amadurece junto com o Brasil sobre duas rodas.

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