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Falta ou manutenção mal feita estão entre as principais causas de acidentes de trânsito
Com mais de 3,3 mil ocorrências e 59 mortes em rodovias federais ligadas a falhas técnicas, especialistas apontam os itens essenciais de segurança que devem ser revisados para evitar tragédias
Por Administrador
Publicado em 18/05/2026 12:03
Manutenção Preventiva
Divulgação

O comportamento humano segue como o principal fator de risco nas estradas brasileiras, mas a negligência com a manutenção veicular tem ganhado relevância entre as causas de acidentes. Em 2025, falhas mecânicas e elétricas provocaram mais de 3,3 mil sinistros em rodovias federais, resultando em mais de 2,3 mil feridos e 59 mortes, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Os números acendem um alerta para a importância das revisões, sobretudo em meio ao Maio Amarelo — movimento internacional de conscientização para redução de sinistros de trânsito, coordenado no Brasil pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).
Conforme o levantamento da PRF, as falhas mecânicas ou elétricas ocupam a oitava posição entre as causas de acidentes em rodovias de todo o Brasil, sendo a primeira ocorrência sem relação direta com uma ação humana imediata. O problema aparece, inclusive, à frente de fatores como condições da pista ou defeitos nos pneus. Somente no Estado de São Paulo, as ocorrências técnicas alcançaram o quinto lugar no ranking. Em 2025, foram 236 sinistros no estado, ocasionando duas mortes e 133 feridos.
Especialistas afirmam que o veículo costuma dar sinais antes de uma falha, mas o motorista muitas vezes ignora por falta de tempo ou hábito. “Já acompanhamos diversas situações em que um pivô de suspensão danificado causou um acidente que por pouco, não teve consequências mais graves”, relembra Claudio Santos, CEO da Blumo Mecânica Automotiva.
A suspensão é um dos itens que mais influenciam na perda de estabilidade, mas não é o único. Segundo Claudio, pneus, sistemas de amortecedores, freios e a parte elétrica merecem atenção redobrada. “Pneus carecas ou com bolhas são os principais causadores de estouros em alta velocidade e aquaplanagem. Outra coisa que parece simples é a palheta do limpador: se estiver ressecada em uma tempestade, reduz a visibilidade a quase zero, elevando o risco de colisões”, explica o especialista.
 
Checklist da segurança
- A cada 10 mil km ou 1 ano: revisão do sistema de freios (pastilhas, discos e lonas), suspensão (amortecedores, molas, buchas e terminais), além de alinhamento, balanceamento, velas e filtros de óleo e ar.
- A cada 40 mil km ou 2 anos: troca do fluido de freio, revisão do sistema de arrefecimento e avaliação dos pneus.
- A cada 50 mil km: troca da correia dentada (item crítico para o funcionamento do motor).
- Com frequência: calibragem, teste de luzes de sinalização e estado das palhetas.

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